<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768955065776671357</id><updated>2011-07-30T14:47:21.310-07:00</updated><title type='text'>Grey Blur</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://greyblur.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768955065776671357/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://greyblur.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fábio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15276071968599621337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768955065776671357.post-7647455294093565418</id><published>2009-09-03T23:02:00.000-07:00</published><updated>2009-09-12T13:51:20.075-07:00</updated><title type='text'>"O Corvo"</title><content type='html'>&lt;em&gt;Escrito por Edgar Allan Poe&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Traduzido por Machado de Assis)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Em certo dia, à hora, à hora&lt;br /&gt;Da meia-noite que apavora,&lt;br /&gt;Eu, caindo de sono e exausto de fadiga,&lt;br /&gt;Ao pé de muita lauda antiga,&lt;br /&gt;De uma velha doutrina, agora morta,&lt;br /&gt;Ia pensando, quando ouvi à porta&lt;br /&gt;Do meu quarto um soar devagarinho,&lt;br /&gt;E disse estas palavras tais:&lt;br /&gt;"É alguém que me bate à porta de mansinho;&lt;br /&gt;Há de ser isso e nada mais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! bem me lembro! bem me lembro!&lt;br /&gt;Era no glacial dezembro;&lt;br /&gt;Cada brasa do lar sobre o chão refletia&lt;br /&gt;A sua última agonia.&lt;br /&gt;Eu, ansioso pelo sol, buscava&lt;br /&gt;Sacar daqueles livros que estudava&lt;br /&gt;Repouso (em vão!) à dor esmagadora&lt;br /&gt;Destas saudades imortais&lt;br /&gt;Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora.&lt;br /&gt;E que ninguém chamará mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o rumor triste, vago, brando&lt;br /&gt;Das cortinas ia acordando&lt;br /&gt;Dentro em meu coração um rumor não sabido,&lt;br /&gt;Nunca por ele padecido.&lt;br /&gt;Enfim, por aplacá-lo aqui no peito,&lt;br /&gt;Levantei-me de pronto, e: "Com efeito,&lt;br /&gt;(Disse) é visita amiga e retardada&lt;br /&gt;Que bate a estas horas tais.&lt;br /&gt;É visita que pede à minha porta entrada:&lt;br /&gt;Há de ser isso e nada mais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minh'alma então sentiu-se forte;&lt;br /&gt;Não mais vacilo e desta sorte&lt;br /&gt;Falo: "Imploro de vós, — ou senhor ou senhora,&lt;br /&gt;Me desculpeis tanta demora.&lt;br /&gt;Mas como eu, precisando de descanso,&lt;br /&gt;Já cochilava, e tão de manso e manso&lt;br /&gt;Batestes, não fui logo, prestemente,&lt;br /&gt;Certificar-me que aí estais.&lt;br /&gt;"Disse; a porta escancaro, acho a noite somente,&lt;br /&gt;Somente a noite, e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com longo olhar escruto a sombra,&lt;br /&gt;Que me amedronta, que me assombra,&lt;br /&gt;E sonho o que nenhum mortal há já sonhado,&lt;br /&gt;Mas o silêncio amplo e calado,&lt;br /&gt;Calado fica; a quietação quieta;&lt;br /&gt;Só tu, palavra única e dileta,&lt;br /&gt;Lenora, tu, como um suspiro escasso,&lt;br /&gt;Da minha triste boca sais;&lt;br /&gt;E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço;&lt;br /&gt;Foi isso apenas, nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entro coa alma incendiada.&lt;br /&gt;Logo depois outra pancada&lt;br /&gt;Soa um pouco mais forte; eu, voltando-me a ela:&lt;br /&gt;"Seguramente, há na janela&lt;br /&gt;Alguma cousa que sussurra. Abramos,&lt;br /&gt;Eia, fora o temor, eia, vejamos&lt;br /&gt;A explicação do caso misterioso&lt;br /&gt;Dessas duas pancadas tais.&lt;br /&gt;Devolvamos a paz ao coração medroso,&lt;br /&gt;Obra do vento e nada mais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abro a janela, e de repente,&lt;br /&gt;Vejo tumultuosamente&lt;br /&gt;Um nobre corvo entrar, digno de antigos dias.&lt;br /&gt;Não despendeu em cortesias&lt;br /&gt;Um minuto, um instante.&lt;br /&gt;Tinha o aspecto&lt;br /&gt;De um &lt;em&gt;lord&lt;/em&gt; ou de uma &lt;em&gt;lady&lt;/em&gt;. E pronto e reto,&lt;br /&gt;Movendo no ar as suas negras alas,&lt;br /&gt;Acima voa dos portais,&lt;br /&gt;Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;&lt;br /&gt;Trepado fica, e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da ave feia e escura,&lt;br /&gt;Naquela rígida postura,&lt;br /&gt;Com o gesto severo, — o triste pensamento&lt;br /&gt;Sorriu-me ali por um momento,&lt;br /&gt;E eu disse: "O tu que das noturnas plagas&lt;br /&gt;Vens, embora a cabeça nua tragas,&lt;br /&gt;Sem topete, não és ave medrosa,&lt;br /&gt;Dize os teus nomes senhoriais;&lt;br /&gt;Como te chamas tu na grande noite umbrosa?&lt;br /&gt;E o corvo disse: "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendo que o pássaro entendia&lt;br /&gt;A pergunta que lhe eu fazia,&lt;br /&gt;Fico atônito, embora a resposta que dera&lt;br /&gt;Dificilmente lha entendera.&lt;br /&gt;Na verdade, jamais homem há visto&lt;br /&gt;Cousa na terra semelhante a isto:&lt;br /&gt;Uma ave negra, friamente posta&lt;br /&gt;Num busto, acima dos portais,&lt;br /&gt;Ouvir uma pergunta e dizer em resposta&lt;br /&gt;Que este é seu nome: "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o corvo solitário&lt;br /&gt;Não teve outro vocabulário,&lt;br /&gt;Como se essa palavra escassa que ali disse&lt;br /&gt;Toda a sua alma resumisse.&lt;br /&gt;Nenhuma outra proferiu, nenhuma,&lt;br /&gt;Não chegou a mexer uma só pluma,&lt;br /&gt;Até que eu murmurei: "Perdi outrora&lt;br /&gt;Tantos amigos tão leais!&lt;br /&gt;Perderei também este em regressando a aurora."&lt;br /&gt;E o corvo disse: "Nunca mais!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estremeço. A resposta ouvida&lt;br /&gt;É tão exata! é tão cabida!&lt;br /&gt;"Certamente, digo eu, essa é toda a ciência&lt;br /&gt;Que ele trouxe da convivência&lt;br /&gt;De algum mestre infeliz e acabrunhado&lt;br /&gt;Que o implacável destino há castigado&lt;br /&gt;Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga,&lt;br /&gt;Que dos seus cantos usuais&lt;br /&gt;Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,&lt;br /&gt;Esse estribilho: "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda vez, nesse momento,&lt;br /&gt;Sorriu-me o triste pensamento;&lt;br /&gt;Vou sentar-me defronte ao corvo magro e rudo;&lt;br /&gt;E mergulhando no veludo&lt;br /&gt;Da poltrona que eu mesmo ali trouxera&lt;br /&gt;Achar procuro a lúgubre quimera,&lt;br /&gt;A alma, o sentido, o pávido segredo&lt;br /&gt;Daquelas sílabas fatais,&lt;br /&gt;Entender o que quis dizer a ave do medo&lt;br /&gt;Grasnando a frase: "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim posto, devaneando,&lt;br /&gt;Meditando, conjeturando,&lt;br /&gt;Não lhe falava mais; mas, se lhe não falava,&lt;br /&gt;Sentia o olhar que me abrasava.&lt;br /&gt;Conjeturando fui, tranqüilo a gosto,&lt;br /&gt;Com a cabeça no macio encosto&lt;br /&gt;Onde os raios da lâmpada caíam,&lt;br /&gt;Onde as tranças angelicais&lt;br /&gt;De outra cabeça outrora ali se desparziam,&lt;br /&gt;E agora não se esparzem mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Supus então que o ar, mais denso,&lt;br /&gt;Todo se enchia de um incenso,&lt;br /&gt;Obra de serafins que, pelo chão roçando&lt;br /&gt;Do quarto, estavam meneando&lt;br /&gt;Um ligeiro turíbulo invisível;&lt;br /&gt;E eu exclamei então: "Um Deus sensível&lt;br /&gt;Manda repouso à dor que te devora&lt;br /&gt;Destas saudades imortais.&lt;br /&gt;Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora."&lt;br /&gt;"E o corvo disse: "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Profeta, ou o que quer que sejas!&lt;br /&gt;Ave ou demônio que negrejas!&lt;br /&gt;Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno&lt;br /&gt;Onde reside o mal eterno,&lt;br /&gt;Ou simplesmente náufrago escapado&lt;br /&gt;Venhas do temporal que te há lançado&lt;br /&gt;Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo&lt;br /&gt;Tem os seus lares triunfais,&lt;br /&gt;Dize-me: existe acaso um bálsamo no mundo?"&lt;br /&gt;E o corvo disse: "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Profeta, ou o que quer que sejas!&lt;br /&gt;Ave ou demônio que negrejas!&lt;br /&gt;Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende!&lt;br /&gt;Por esse céu que além se estende,&lt;br /&gt;Pelo Deus que ambos adoramos, fala,&lt;br /&gt;Dize a esta alma se é dado inda escutá-la&lt;br /&gt;No éden celeste a virgem que ela chora&lt;br /&gt;Nestes retiros sepulcrais,&lt;br /&gt;Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!”&lt;br /&gt;E o corvo disse: "Nunca mais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ave ou demônio que negrejas!&lt;br /&gt;Profeta, ou o que quer que sejas!&lt;br /&gt;Cessa, ai, cessa! clamei, levantando-me, cessa!&lt;br /&gt;Regressa ao temporal, regressa&lt;br /&gt;À tua noite, deixa-me comigo.&lt;br /&gt;Vai-te, não fique no meu casto abrigo&lt;br /&gt;Pluma que lembre essa mentira tua.&lt;br /&gt;Tira-me ao peito essas fatais&lt;br /&gt;Garras que abrindo vão a minha dor já crua."&lt;br /&gt;E o corvo disse: "Nunca mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o corvo aí fica; ei-lo trepado&lt;br /&gt;No branco mármore lavrado&lt;br /&gt;Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.&lt;br /&gt;Parece, ao ver-lhe o duro cenho,&lt;br /&gt;Um demônio sonhando. A luz caída&lt;br /&gt;Do lampião sobre a ave aborrecida&lt;br /&gt;No chão espraia a triste sombra; e, fora&lt;br /&gt;Daquelas linhas funerais&lt;br /&gt;Que flutuam no chão, a minha alma que chora&lt;br /&gt;Não sai mais, nunca, nunca mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência - Wikisource:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikisource.org/wiki/O_Corvo_(tradu%C3%A7%C3%A3o_de_Machado_de_Assis"&gt;http://pt.wikisource.org/wiki/O_Corvo_(tradu%C3%A7%C3%A3o_de_Machado_de_Assis&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768955065776671357-7647455294093565418?l=greyblur.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://greyblur.blogspot.com/feeds/7647455294093565418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://greyblur.blogspot.com/2009/09/o-corvo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768955065776671357/posts/default/7647455294093565418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768955065776671357/posts/default/7647455294093565418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://greyblur.blogspot.com/2009/09/o-corvo.html' title='&quot;O Corvo&quot;'/><author><name>Fábio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15276071968599621337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768955065776671357.post-2204762561560697652</id><published>2009-08-17T18:31:00.000-07:00</published><updated>2009-08-17T18:34:26.845-07:00</updated><title type='text'>Colours</title><content type='html'>&lt;em&gt;"you reap what you sow &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;put your face to the ground&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; here come the marching men, your colours wrapped around" &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- The Sisters of Mercy, "Colours"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência (17/08/2009, às 22:21hs) - The Sisters of Mercy - Official Site: &lt;a href="http://www.the-sisters-of-mercy.com/lyrics/colours.htm"&gt;http://www.the-sisters-of-mercy.com/lyrics/colours.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768955065776671357-2204762561560697652?l=greyblur.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://greyblur.blogspot.com/feeds/2204762561560697652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://greyblur.blogspot.com/2009/08/colours.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768955065776671357/posts/default/2204762561560697652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768955065776671357/posts/default/2204762561560697652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://greyblur.blogspot.com/2009/08/colours.html' title='Colours'/><author><name>Fábio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15276071968599621337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4768955065776671357.post-181552015655014480</id><published>2009-08-14T14:34:00.000-07:00</published><updated>2009-08-14T14:36:24.070-07:00</updated><title type='text'>Welcome to Greyness!!!</title><content type='html'>Bem-vindos às cinzas, entre a Luz e a Treva, aparece algo, um tanto difícil de descrever...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4768955065776671357-181552015655014480?l=greyblur.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://greyblur.blogspot.com/feeds/181552015655014480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://greyblur.blogspot.com/2009/08/welcome-to-greyness.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768955065776671357/posts/default/181552015655014480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4768955065776671357/posts/default/181552015655014480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://greyblur.blogspot.com/2009/08/welcome-to-greyness.html' title='Welcome to Greyness!!!'/><author><name>Fábio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15276071968599621337</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
